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Congresso dos EUA finaliza historica reforma de Wall Street

WASHINGTON, 25 de junho (Reuters) - Os parlamentares dos Estados Unidos finalizaram uma histórica reforma de regulação financeira no início da manhã desta sexta-feira, entregando ao presidente Barack Obama uma enorme vitória doméstica na véspera de uma cúpula global dedicada a reformar o sistema financeiro.

PIB dos EUA no 1º trimestre é menor do que divulgado antes

WASHINGTON, 25 de junho (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos no primeiro trimestre foi menor que o estimado anteriormente, com a redução das estimativas de gastos empresariais e do consumidor, mostraram dados do governo nesta sexta-feira.

Nessa estimativa final, o Departamento do Comércio disse que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,7%, em vez dos 3% informado anteriormente.

 

Economia francesa cresce apenas 0,1% no 1º trimestre

PARIS (Reuters) - O Produto Interno Bruto (PIB) da França cresceu apenas 0,1% no primeiro trimestre deste ano em relação aos três meses imediatamente anteriores, informou a Agência Nacional de Estatísticas INSEE nesta sexta-feira, confirmando uma divulgação preliminar.

O dado do quarto trimestre de 2009 foi revisto para cima, para expansão de 0,6%, ante leitura prévia de 0,5%.

A revisão deveu-se a uma produção industrial maior que a inicialmente estimada.

A agência acrescentou que no primeiro trimestre as exportações subiram 4,1%, impulsionadas pelo euro fraco.

 

Bolsa opera em alta e dolar cai; com Copa, cambio muda hororio

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) operava em alta nesta sexta-feira. Por volta de 12h55, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) tinha alta de  0,38%, aos 64.177,74 pontos (siga gráfico da Bovespa com atualização constante). Veja ainda cotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.

O dólar comercial tinha queda de 0,34%, cotado a R$ 1,783 na venda  (veja gráfico com as últimas atualizações). A cotação do euro estava quase estável, com leve alta de 0,04%, a R$ 2,198 na venda (gráfico). Confira também as cotações anteriores do dólar e de outras moedas em gráfico interativo.

O mercado de câmbio está operando em horário especial hoje por causa do jogo do Brasil na Copa do Mundo. As operações com dólar e outras moedas foram divididas em duas partes: de manhã, das 9h até as 10h (confirmações aceitas até 10h30); à tarde, entre 14h30 e 17h (confirmações até 17h30).

A negociação com ações na Bovespa funciona normalmente, sem interrupção, das 10h às 17h, com after market das 17h30 às 19h.

 As Bolsas de Valores da Ásia caíram pelo quarto dia seguido nesta sexta-feira, em meio a expectativas de uma maior regulação financeira na reunião do G20 no fim de semana e a incertezas sobre a recuperação global.

(Com informações de Reuters e Valor)

 

Cautela antes de G20 e realizao o abatem Bolsas da sia

HONG KONG (Reuters) - As Bolsas de valores da ᅵsia caᅵram pelo quarto dia seguido nesta sexta-feira, em meio a expectativas de uma maior regulaᅵᅵo financeira na reuniᅵo do G20 no fim de semana e a incertezas sobre a recuperaᅵᅵo global. Os investidores tambᅵm aproveitaram para voltar a realizar lucros apᅵs o forte rali recente, que foi em parte motivado pela decisᅵo da China de flexibilizar o yuan. Em relaᅵᅵo ao G20, diferenᅵas entre os lᅵderes dos paᅵses antes da cᅵpula em Toronto sobre como assegurar a recuperaᅵᅵo econᅵmica preocupam os investidores. "O cenᅵrio fundamental nᅵo mudou significativamente, o que pode significar que a aversᅵo a risco persiste conforme chegamos ao fim do primeiro semestre do ano", disse Gareth Berry, estrategista cambial do UBS em Cingapura. "O sentimento de risco pode continuar instᅵvel ᅵ medida em que os investidores podem ficar cada mais preocupados com as perspectivas de crescimento dos Estados Unidos, o que pode pesar sobre as condiᅵᅵes de demanda por commodities e aᅵᅵes." A Bolsa de Tᅵquio caiu 1,92%, para 9.737 pontos. Os destaques de queda foram as lᅵderes do mercado Fanuc e Canon. O ᅵndice MSCI de aᅵᅵes da regiᅵo ᅵsia-Pacᅵfico com exceᅵᅵo do Japᅵo recuava 1,35%, para 391 pontos, nesta manhᅵ. As maiores perdas ocorreram com aᅵᅵes dos setores de tecnologia e relacionadas a matᅵrias-primas. Na semana, o indicador estᅵ praticamente estᅵvel. Em Hong Kong, o ᅵndice Hang Seng recuou 0,21%, para 20.690 pontos. Em Xangai, a perda foi de 0,54%, para 2.552 pontos. Taiwan recuou 1,52%, para 7.474 pontos. Em Seul, a Bolsa caiu 0,58%, para 1.729 pontos. Cingapura, por outro lado, teve variaᅵᅵo positiva de 0,14%, a 2.851 pontos.

G20 racha entre crescer e ajustar

A cúpula do G20, o clube das 21 maiores economias do mundo mais a União Europeia, começa sexta-feira com um nítido racha. De um lado, Estados Unidos, Canadá e Brasil são favoráveis a que "o objetivo primário deva ser o de encorajar o crescimento econômico e promover criação de emprego", conforme carta que o anfitrião, o primeiro-ministro canadense Stephen Harper, enviou a seus pares.

Na outra ponta, os líderes europeus, Alemanha à frente, preferem pôr a ênfase nas contas públicas, ou seja, na necessidade de reduzir os colossais déficit e dívida do mundo rico.

"Ninguém pode seriamente negar que os déficits públicos excessivos, não apenas na Europa, são uma das principais causa da crise", diz, por exemplo, Wolfgang Schauble, ministro alemão de Finanças.

De fato, ninguém nega, mesmo entre os que defendem que a ênfase seja na manutenção dos fortíssimos estímulos concedidos à economia pelos países do G20, como resposta à crise que se agudizou com quebra do Lehman Brothers há pouco menos de dois anos.

O problema está no "timing" para retirar os estímulos e, em consequência, passar a atacar déficit e dívida.

Ou, como diz artigo de Lawrence Summers, principal assessor econômico da Casa Branca, e de Timothy Geithner, o secretário do Tesouro: "Precisamos demonstrar um compromisso com a redução dos déficits no longo prazo, mas não ao preço de sacrificar o crescimento no curto prazo". Completam: "Sem crescimento agora, os déficits aumentarão ainda mais e minarão o crescimento futuro".

A carta do premiê canadense Harper estabelece até um cronograma tentativo para enfrentar déficit e dívida: "Deveríamos concordar em que tais planos reduzirão os déficits à metade até 2013 e estabilizarão a relação dívida pública/PIB, ou começarão a reduzi-la até 2016".

Tarde demais, na perspectiva dos europeus: os principais países da Europa já lançaram seus programas de ajuste (o mais recente deles foi anunciado terça-feira pelo novo governo britânico), que começam este ano mesmo. E o presidente do Conselho Europeu, o belga Herman von Rompuy, defendeu quarta-feira que a redução do déficit/dívida ganhe grande impulso já no ano que vem, ou seja, dois anos antes do calendário Harper.

Os ortodoxos dirão que o prazo mencionado pelo premiê canadense é muito longo, em face do feio quadro que apresentam as contas públicas nos países ricos: na média, o déficit em 2009 ficou em 9% do Produto Interno Bruto (medida da produção econômica de um país). Já a dívida deve pular de 70% do PIB antes da crise para perto de 100% em 2015, sempre na média.

Para comparação: as regras europeias para déficit e dívida estabelecem que o máximo de déficit aceitável é de 3%; a dívida não deve superar 60% do PIB.

É óbvio que o documento final, por necessitar consenso, acabará acomodando ambas as prioridades, mas há o risco de que a mensagem para os mercados fique longe da determinação política que emergiu das cúpulas anteriores e foi essencial para evitar o colapso econômico pós-Lehman Brothers.

Geithner e Summers até insinuam no seu artigo que se abandone a coordenação econômica que vem sendo o grande ativo do G20. Dizem que "o 'timing' preciso e a sequência da consolidação [fiscal] deveria variar de acordo com os países e ser calibrada para manter o ímpeto da recuperação do setor privado".

Harper também admite que alguns países façam seus ajustes antes de 2013, mas insiste em que "os líderes das economias avançadas, na medida do possível, precisam reafirmar sua intenção de continuar implementando os planos de estímulo existentes".

 

Gastos da BP com a mare negra ja chegam a US$ 2,35 bilhões

Londres, 25 Jun 2010 (AFP) -O grupo petroleiro britânico BP anunciou nesta sexta-feira que os gastos relacionados com a maré negra no Golfo do México atingiram os 2,35 bilhões de dólares.

Este montante inclui o conjunto dos gastos realizados para conter e limpar o petróleo derramado, a perfuração de poços de emergência, as ajudas pagas aos Estados atingidos, pelos danos feitos e as quantias entregues às autoridades federais.

O grupo britânico reiterou que é muito cedo para calcular o custo final da catástrofe.

BC china fixa o yuan frente ao dolar em seu nivel mais alto em anos

PEQUIM, 25 Jun 2010 (AFP) -O Banco Central da China fixou nesta sexta-feira um valor de câmbio do yuan frente ao dólar em seu nível mais alto em anos, num momento em que a China é alvo de pressões internacionais para que valorize sua moeda antes da cúpula do G20.

As autoridades monetárias decidiram um valor de referência de 6,7896 yuans frente ao dólar, 0,3% além dos 6,8100 yuans por dólar da véspera, segundo um comunicado do BC.

Este é o nível mais elevado do yuan desde a reforma do sistema chinês da taxa de câmbio de julho de 2005, que desvinculou o yuan do dólar para acrescentá-la numa cesta de moedas.

O valor de referência representa o nível em torno do qual a moeda chinesa flutua diariamente, num limite de mais ou menos 0,5% frente ao dólar.

Jogo do Brasil muda horario de bancos e CET reforça efetivo em SP

SÃO PAULO - Em dia de jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo, que ocorre na África do Sul, os bancos operam em horário diferenciado. Por causa da partida Brasil e Portugal, às 11 horas, em Durban, as agências nas capitais e regiões metropolitanas abrem às 8 horas e atendem até 10h30. As atividades serão retomadas às 14 horas e se estendem até 16 horas. No interior, o atendimento ao público dos bancos vai das 8h até 10h30 e das 13h30 às 15h30.

Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) avisa que haverá esquema especial de trânsito, prometendo mais de 500 agentes nas ruas. A previsão de maior movimento se concentra nas duas horas antes do jogo e depois da partida, das 13 horas até 15 horas.

O Metrô e a CPTM informam que vão deixar trens em prontidão para ser utilizados conforme a demanda. "No caso do Metrô, durante o jogo do Brasil e após a partida, a frota de trens em circulação do Metrô será de 39 trens na Linha 1-Azul, 14 trens na Linha 2-Verde, 38 trens na Linha 3-Vermelha e 5 trens na Linha 5-Lilás", consta de nota divulgada pela companhia.

As equipes do Brasil e Portugal disputam a liderança do Grupo G da Copa do Mundo. Antes dos portugueses, o time dirigido pelo técnico Dunga enfrentou a Costa do Marfim, que foi derrotada por 3 a 1. A estreia da seleção brasileira na Copa se deu contra a Coreia do Norte, vencida por 2 a 1.

(Juliana Cardoso | Valor)

Gastos de turistas brasileiros no exterior batem recorde

Os gastos dos turistas brasileiros no exterior estão batendo recorde e a presença deles vem sendo cada vez mais notada em alguns dos principais destinos nos últimos meses, informa reportagem de Álvaro Fagundes para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Graças a uma combinação de estabilidade econômica, crescimento acentuado e real forte, o fluxo de turistas brasileiros é o que mais cresce para alguns países da América Latina e da Europa.

É o que acontece, por exemplo, nas viagens para os vizinhos Argentina e Uruguai, que registram crescimento de mais de 30% na entrada de brasileiros nos primeiros meses de 2010.

No México, a expansão é ainda maior. Atraídos por destinos como Cancún, os brasileiros aumentaram em 58% as viagem para lá de janeiro a abril ante igual período do ano passado.

Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira.

Bradesco, Itau e BB se unem a Policia Federal para investigaçães contra fraudes

SÃO PAULO – A Polícia Federal vai unificar as investigações contra crimes eletrônicos cometidos contra o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, além do Banco de Brasília (BRB) e Banco da Amazônia.

As instituições assinaram, na última quarta-feira (23), um protocolo para que, assim que forem detectadas fraudes virtuais, a PF possa iniciar imediatamente a investigação, recebendo dos bancos todas as informações necessárias sobre o crime.

“Anteriormente, não havia essa vestimenta operacional e jurídica para passar as informações para a Polícia Federal”, declarou o diretor técnico da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Wilson Gutierrez, segundo informações da Agência Brasil.

Ele explica que, antes, esse tipo de crime era investigado pela Polícia Civil, que possui atuação em nível estadual. “Normalmente uma quadrilha, quando realiza o crime, está em um estado atuando em outro”, disse Gutierrez.

CEF

Em março deste ano, a CEF (Caixa Econômica Federal) também fez sua parceria com a Polícia Federal para combater fraudes bancárias. Pelo acordo, a CEF ofereceu um de seus imóveis, em Brasília, além de recursos tecnológicos para que o Grupo de Análises de Fraudes eletrônicas da PF trabalhe em conjunto com o pessoal de inteligência do banco.

Brasil é lider em comercio eletronico na America Latina, aponta comScore

SÃO PAULO – Apesar de possuir 34% dos internautas da América Latina, o Brasil é responsável por 61% de todo o volume de dólares gastos no comércio eletrônico da região. Segundo estudo da comScore divulgado na semana passada, 95% dos gastos dos brasileiros em e-commerce são em sites latino-americanos.

O segundo país com maior comércio eletrônico da região é o México, com participação de 11%, seguido por Porto Rico, com 4%. Os outros países somam 24%.

“Seis em cada dez usuários de internet visitam sites de vendas, o que mostra que os consumidores estão se tornando mais confiantes quanto às compras on-line”, aponta o estudo.

Visitando sites

O Brasil também tem a maior audiência da América Latina em sites de comparação de preços. No país, 33,8% das visitas a sites relacionados a vendas são em sites de comparação, enquanto a média regional é de 21,5%.

A segunda subcategoria mais popular é a de eletrônicos de consumo, com 33,5% das visitas, seguida por sites de programas de computador (13,5%) e de livros (10,6%).

“O e-commerce ainda está em sua infância na região, mas está claro que os consumidores visitam cada vez mais os sites de produtos e de comparação de preços, mesmo que ainda prefiram fazer suas compras off-line”, completou a pesquisa.

Rodrigo Parreira é promovido a CEO da Logicalis Southern Cone

Rodrigo Parreira é promovido a CEO da Logicalis Southern Cone

24-06-2010

O executivo Rodrigo Parreira, 44, foi promovido a CEO (chief executive officer) das operações da Logicalis Southern Cone, que engloba Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. A empresa é subsidiária da PromonLogicalis Latin America, integradora de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Desde 2005, Parreira vinha ocupando o cargo de diretor executivo da Promon Tecnologia, empresa que, em maio de 2008, se fundiu à britânica Logicalis, dando origem à PromonLogicalis Latin America. Em março de 2009, o executivo assumiu o cargo de COO (chief operating officer) da PromonLogicalis Latin America, com o objetivo de estruturar a estratégia comercial na região e buscar sinergias e oportunidades internacionais.

No grupo Promon desde 2000, o executivo ingressou na empresa à frente da área de soluções para a comunicação de dados em mobilidade, na extinta Promon IP. Posteriormente, atuou como diretor de Desenvolvimento de Negócios da Promon Engenharia, focado na estruturação de empreendimentos na área de energia, e em 2005 tornou-se diretor executivo da Promon Tecnologia. Entre 2007 e 2008 foi também membro da direção geral da Promon.

Natural da cidade do Porto Alegre, Parreira é bacharel em Física e doutor em Física Matemática pela USP – Universidade de São Paulo. Iniciou sua carreira na área acadêmica como pesquisador e professor na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos.

No segmento corporativo, trabalhou na McKinsey & Co., atuando como membro da prática de Telecomunicações. Em seguida, transferiu-se para a Cluster Consulting, na qual liderou projetos nas áreas de TI e Telecomunicações em diversos países europeus. Site: www.br.promonlogicalis.com

Telefonica afirma não conhecer para quem vendeu as ações da PT

SÃO PAULO - A Telefónica não tem conhecimento sobre quem foram os compradores das ações vendidas ontem da Portugal Telecom (PT).

Segundo as informações da agência de notícias portuguesa Lusa, a espanhola enviou um documento à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de Portugal, no qual afirma não conseguir informar quem foram os compradores destas ações, pois as vendas foram feitas por meio de intermediários financeiros.

Ontem, a Telefónica surpreendeu ao anunciar que vendeu o equivalente a 8% do capital da PT, da fatia de 10% que detinha. No anúncio, a espanhola não especificou para quem vendeu os papéis, mas o mercado considerou a iniciativa como uma forma que aumentar os votos a favor de seu interesse na Vivo.

A iniciativa da espanhola gerou questionamentos, pois acontece a uma semana da assembleia geral de acionistas da Portugal Telecom, que vai decidir sobre a proposta da Telefónica pela Vivo. Diante disso, a CMVM pediu ontem esclarecimentos à espanhola. Outra questão colocada pelo mercado foi a possibilidade de a Telefónica ter que recomprar as ações vendidas, já que a proposta feita pela empresa pela Vivo inclui uma obrigação de vender à Portugal Telecom ou a um terceiro indicado por ela os 10% que detinha.

A espanhola, por outro lado, também disse à CMVM que não há contratos de recompra feitos sobre essas ações e informou ainda que venda foi feita por meio de um contrato de "equity swap".

Segundo a agência Lusa, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ainda analisa os contratos estabelecidos ontem pela empresa e dá prioridade a essa investigação.

Em resposta à situação, o presidente executivo da PT, Zeinal Bava voltou a afirmar que o mercado de telecomunicações brasileiro é fundamental para a estratégia de crescimento da Portugal Telecom (PT). Ele acrescentou que a Vivo é a melhor forma de estar no Brasil e que a manutenção da companhia continua ser a prioridade da PT.

(Vanessa Dezem | Valor, com agências internacionais)

Otimismo da industria diminui, mas segue acima da media, aponta CNI

SÃO PAULO - O otimismo dos empresários da indústria brasileira recuou ligeiramente de maio para junho, mas ainda permanece alto, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), calculado pela entidade, caiu 0,3 ponto, passando de 66,3 pontos em maio para 66 em junho. Trata-se da quinta queda consecutiva do indicador desde que ele atingiu o pico de 68,7 pontos em janeiro.

Ainda assim, o índice neste mês ficou 6,8 pontos acima da média histórica, que é de 59,2 pontos. O indicador vai de zero a 100 e leituras acima de 50 denotam otimismo. Foram consultadas 1.545 empresas, entre os dias 1 e 24 deste mês.

Nas companhias de grande porte, o otimismo correspondeu a 67,1 pontos, maior que os 65,9 pontos registrados nas de médio porte e os 64,6 pontos verificados nas pequenas indústrias.

O gerente-executivo da CNI, Renato da Fonseca, explicou que as grandes empresas geralmente são mais otimistas porque, além de atenderem a mercados maiores, enfrentam menos dificuldades do que as médias e pequenas indústrias.

A entidade ressaltou que o atual cenário positivo da economia nacional alimenta a confiança dos empresários com relação ao futuro. Apesar de recuar de 69,1 pontos em maio para 68,6 pontos em junho, o índice de expectativas para os próximos seis meses segue elevado, o que indica que a indústria vai manter o ritmo dos investimentos.

Os mais otimistas em junho são os empresários da construção civil, cujo índice marcou 66,4 pontos. O indicador da indústria de transformação foi de 65,1 pontos.

(Fernando Taquari | Valor)

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